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Tereré


Tereré ou tererê é uma bebida típica sul-americana feita com a infusão da erva-mate (Ilex paraguariensis) em água fria. De origem guarani, pode ser consumido com limão, hortelã, entre outros.

O tereré

É uma bebida preparada com erva-mate e água gelada, ou até suco de limão gelado. Essa é uma das bebidas preparadas com a erva-mate e existem diversos benefícios do tereré interessantes para a saúde. Desde mais energia para o corpo, até benefícios para o emagrecimento e a pele, as aplicações são muitas. Por esses e outros motivos a bebida tem se tornado cada vez mais conhecida no Brasil e no mundo.

Embora a bebida típica no sul do Brasil seja o chimarrão, que se trata de uma outra versão do preparo da erva-mate, por lá também o tereré tem ganhado seus consumidores. Isso se deve, entre outras razões, pelo calor que faz na região durante o verão. Para não precisar parar de tomar uma bebida com água quente durante esta estação, as pessoas podem optar pelo tereré gelado. Afinal, no calor de mais de 35 ºC que faz durante o verão, não é uma opção tão boa assim tomar o chimarrão com sua água quente a aproximadamente 70 ºC.

Assim, é possível afirmar que esse mate gelado, assim com o nome indica, é uma ótima forma de se refrescar no calor. Contudo, para o seu preparo são utensílios diferentes do chimarrão tradicional que são usados.

Origem

Existem várias hipóteses que procuram explicar a origem do tereré:

  • Seria anterior à colonização europeia promovida por espanhóis e portugueses no território que hoje compreende Mato Grosso do Sul, Paraguai e Argentina. Teria sido inventado pelos povos guaranis (tanto guaranis nhandevas como guaranis caiouás) e por etnias chaquenhas. Segundo esta hipótese, o tereré viria sendo consumido pelos índios guaranis desde tempos anteriores à invasão europeia da América, e, por volta do século XVII, os jesuítas teriam aprendido, com eles, as virtudes do mate (ka’a em guarani). Os jesuítas elogiaram os efeitos da erva, que dava força e vigor e matava a sede mais do que a água pura. A infusão é riquíssima em cafeína, daí o seu poder revigorante. Segundo alguns, os índios guaranis, além de tomar mate (ou tereré) usando, como bombilho (canudo para chupar a infusão), ossos de pássaros e finas taquaras (pois ainda não existiam as bombas de metal), também fumavam a folha bruta da erva-mate e usavam-na como rapé.
  • Teria sido inventado durante a Guerra do Chaco (1932-1935), quando as tropas teriam começado a beber a infusão fria, e não mais quente, de erva-mate, para não acender fogos que denunciariam sua posição, isso possivelmente na região de Ponta Porã, em Mato Grosso do Sul, que, na época, pertencia ao Paraguai.
  • Teria sido inventado por mensú (escravos utilizados na colheita da erva-mate no Paraguai e na Argentina que existiram até meados do século XX). Eles teriam sido surpreendidos por capangas fazendo fogo para tomar mate e seriam, então, brutalmente torturados. Para evitar a tortura, teriam escolhido se alistar em fileiras do exército paraguaio, introduzindo, então, este costume no exército.
  • Os indígenas, ao levarem o gado de um lugar para outro em comitivas, usariam a erva para coar a água dos rios que era bebida por eles, de modo a evitar a esquistossomose.

Lenda da origem da Erva-Mate

Sobre a erva-mate, uma das lendas de sua origem refere-se a uma das passagens de Cristo pela terra americana. Jesus, Pedro e João, cansados e com fome chegaram a um riacho onde um velho alquebrado pelos anos, mas filósofo e humano pela vivência, recebe-os. Ele abriga-os, dando de beber a eles e prepara-lhes uma saborosa comida com a sua última galinha. Refeitos e dispostos, os três se erguem para reiniciar a caminhada.

Cristo, desejando então marcar o seu agradecimento à bondade, à humanidade e à fraternidade, dirigiu-se ao idoso hospedeiro dizendo-lhe que sua filha já falecida, tão bela e querida renasceria em um arbusto verde e encorpado, de folhas vigorosas, vivificantes, saborosas e restauradoras e guardaria vitalidade, disposição, saúde, amizade, e esperança para sempre. Alguns meses depois, ela a filha singular do velho rancheiro sepultada, ressurge da terra na forma de uma erveira.

Guampa E Bomba

Tradicionalmente, o recipiente usado para servir o tereré é a guampa, fabricado com parte de um chifre de bovino, com uma das extremidades lacrada com madeira ou couro de boi, e todo o seu exterior revestido por verniz. Usa-se, também, um copo de alumínio ou vidro, ou canecas de louça. No Paraguai, o recipiente para o tereré, geralmente, feito de chifre de boi e, por vezes, adornado com prata ou outro metal. Faz-se também “mates” (recipientes para tomar mate) de palosanto (Bulnesia sarmientoi). No Paraguai, são fabricadas guampas inteiramente feitas de prata e ouro com alguns embutidos artesanais, mas agora muitas pessoas optam por comprar guampas de madeira ou de couro, totalmente revestidas de alumínio, com estilos modernos, cores personalizadas, logotipos, imagens e textos. Há também guampas de plástico.

A palavra “guampa”, apesar de ser em grafia espanhola e de ser utilizada em uma área em que a influência predominante é guarani, é de origem quéchua e significa precisamente “chifre”. O chifre bovino é frequentemente utilizado como recipiente em todo o Cone Sul. Por exemplo: o chifle (uma espécie de cantina ou caramañola) é feita de guampa de boi.

Para beber o tereré, usa-se um bulbo de metal, chamado de bomba, que é inserido dentro do recipiente cheio de erva. A bomba é utilizada para filtrar a infusão do tereré, para que não se absorva o pó da erva triturada. Estas são feitas normalmente de alumínio, e nunca devem ser feitas de ferro por causa da oxidação, que altera o sabor da infusão. Também é possível se encontrar bombas feitas de ouro, prata, alpaca e aço inox. Tanto a bomba quanto a guampa podem ter adereços com figuras dos símbolos da família, iniciais de nome ou pedras preciosas.

Preparo

Por as folhas da erva-mate serem cortadas grossas, ao contrário do chimarrão, o tereré não tem tantos problemas com o entupimento. Quando isso ocorre, geralmente é devido a uma grande quantidade de mate em pó, indicando má qualidade da erva usada.

Quanto ao líquido a ser usado para a infusão, o mais popular no Paraguai e também no Brasil é água gelada e, opcionalmente, gotas de limão, ou até mesmo suco de frutas. No Paraguai, costuma-se adicionar ervas e plantas medicinais à água. Outras combinações também são possíveis, porém não indicadas pelos consumidores mais tradicionais.

Modo de Preparo:

  1. Adicionar a erva na guampa ou copo, de modo que atinja ¾ do volume;
  2. Deitar o guampo 45º, deixando a erva em apenas um lado do recipiente;
  3. Molhar a erva com um pouco de água, para que ela fique inchada. Continuar com o copo inclinado durante esse passo, que deve durar de 30 segundos a um minuto;
  4. Despejar água gelada, colocar a bomba na guampa ou copo e servir-se.

Lembrando que o tereré pode ser servido com água, suco de limão ou outras opções também. E uma observação importante: jamais despeje a água no topo da erva. Se você fizer isso, é possível que aconteça um entupimento da bomba.

Variedade de sabores

O tereré é sempre preparado com a erva-mate, porém, existem algumas opções, com diferentes características:

  • tradicional de moagem fina: mais semelhante à erva utilizada para o chimarrão, fina, com pouco ou nenhum resquício de galhos e folhas, seu amargor é acentuado;
  • erva-mate crioula grossa: mistura pó, folhas e galhos triturados, oferece um sabor intenso da planta;
  • ervas compostas: a erva-mate é misturada com outras ervas naturais, como: erva-doce, menta e boldo;
  • erva-mate com sabores: adição de algum outro paladar à erva-mate, artificial ou natural. Alguns exemplos são: limão, tutti-frutti, hortelã, menta e canela.

Cultura e costumes

A bebida tereré, assim como todos os aspectos a ela relacionados, é uma tradição praticamente inerente ao Paraguai, mas há variações regionais sobre a sua preparação e formas de consumo. Normalmente, é consumida em rodas de amigos ao final da tarde e todos compartilham da mesma guampa. Utilizam-se, muito frequentemente, as expressões “téres”, “téras”, “téra” ou “téro” no lugar de “tereré”, num processo natural de apócope por que passam algumas palavras.

O tereré ainda é tradicional em países da América do Sul, como Paraguai, Argentina e Uruguai, além do Brasil. Por aqui, a bebida é bastante comum nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, porém, é na região centro-oeste que seu consumo se torna praticamente um ritual, envolvendo regras de boas maneiras.

Especialmente no Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, as famílias e amigos se reúnem habitualmente para confraternizar e compartilhar o tereré. Nesses momentos, a bebida é servida em uma só guampa partilhada por todos. Os mais velhos são servidos pelos mais novos e, se alguém não quiser tomar ou for parar de beber, deve agradecer de maneira que todos ouçam.

No Paraguai

A bebida tereré é uma tradição inerente ao Paraguai, mas há variações regionais sobre a sua preparação e formas de consumo. No Paraguai,o tereré tem um sentido tradicional, medicamentoso e até mesmo cerimonial. É um símbolo de amizade. O tereré com remédios refrescantes é ingerida pela manhã; já o tereré da tarde é engolido sem qualquer adição.

Na Argentina

Nas províncias do nordeste argentino (fronteira com o Paraguai), é muito comum ver pessoas bebendo tereré. Isto pode ser visto especialmente em Formosa, Chaco, Corrientes, Misiones e, em menor grau, no norte da província de Santa Fé.

No Uruguai

No Uruguai, o tereré é mais consumido no leste do país.

No Brasil

No Brasil, o tereré foi trazido pelos paraguaios, que entraram pelo país através do estado do Mato Grosso do Sul, e depois se espalhou para outras partes do mesmo. Por sua proximidade com o Paraguai, os estados do Mato Grosso do Sul, Paraná e Rio Grande do Sul são os maiores apreciadores do mate gelado.

Por conta da migração inter-regional, pode-se observar o hábito em alguns outros estados, notadamente em Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, São Paulo (oeste do estado), Rondônia e também no Acre. E tem um consumo tão antigo quanto no país de origem, sendo a bebida consumida principalmente nos seguintes estados (os principais são estados fronteiriços):

Mato Grosso do Sul

O Mato Grosso do Sul foi o primeiro estado do Brasil a conhecer a bebida, sendo levada pelos paraguaios e índios guaranis kaiowás, que passaram a pertencer ao país quando da nova definição da fronteira entre Brasil e Paraguai, colocando imensos ervais nativos ao Brasil. E também todo ciclo brasileiro da erva-mate do tereré teve início na cidade de Ponta Porã, que faz fronteira com Pedro Juan Caballero, cidade paraguaia; depois, expandiu-se para outras cidades e estados. E também há o fato de que Ponta Porã, quando descobriu o tereré, era ainda território paraguaio.

Em Mato Grosso do Sul, é consumido a todo momento, sendo uma bebida apreciada por todos, desde crianças até os mais velhos. O estado é até hoje o maior produtor de erva-mate fora da Região Sul do Brasil.

A bebida aproxima muito os jovens, pois é muito comum ver, pelas cidades do estado, em tardes de sábados e domingos, rodas de jovens consumindo o tereré e falando diversos assuntos: esporte, política, televisão, entre outros. Uma erva muito conhecida é a Erva Mate Kurupi, de origem paraguaia, mas que tem uma fábrica na cidade de Dourados.

Outra marca de renome que produz erva de tereré no estado é a Campanário, com sede na cidade de Naviraí que revende a sua produção para outros estados do Brasil.

Paraná

O Paraná é o maior produtor de erva-mate do Brasil, visto que a região oeste do estado teve, durante as colonizações espanhola e portuguesa, fronteiras indefinidas – tem-se, como exemplo, a cidade de Foz do Iguaçu, que teve suas cataratas descobertas por um explorador espanhol.

No estado há várias fábricas de erva mate de tereré, todas de pequeno porte com revenda na região.

Mato Grosso

O Mato Grosso conheceu a bebida principalmente porque detinha o território do atual Mato Grosso do Sul. Esse hábito é possível de se observar em Cáceres, Pontes e Lacerda, Lucas do Rio Verde, Guiratinga, Primavera do Leste, Sorriso, Rondonópolis, Barra do Bugres e Barra do Garças.

Distrito Federal

Consumido também no Planalto Central, tida como bebida típica da Região Centro-Oeste do Brasil.

Rio Grande do Sul

No Rio Grande do Sul, o tereré é muito consumido no norte, noroeste e nordeste do estado, áreas próximas ao Paraguai. É consumido também em Porto Alegre e no litoral, no período do verão em função do calor.

Santa Catarina

É consumido em todo o estado, especialmente na região oeste (por ficar próximo ao Paraguai).

São Paulo

Mais consumido no interior, principalmente próximo à divisa com Mato Grosso do Sul, nas regiões de Dracena, Presidente Prudente, Fernandópolis e Araçatuba, São José do Rio Preto, sendo que, a partir desta cidade, em direção à capital, o consumo vai diminuindo.

Goiás

Muito consumido no sudoeste do estado.

Rondônia

O então Território Federal de Rondônia foi desmembrado de Mato Grosso, do qual recebeu muita influência cultural, e uma delas foi justamente o tereré.

Acre

Assim como em Rondônia, o tereré também é muito comum entre os acrianos em todo o estado, principalmente na capital Rio Branco.

Chimarrão x tereré

Ambas as bebidas são preparadas com a mesma erva-mate, em recipientes parecidos — a cuia para o chimarrão e a guampa para o tereré —, e tomadas utilizando o mesmo tipo de bomba (utensílio para filtrar e sugar a infusão). Porém, existe uma grande diferença entre eles: a temperatura.

Enquanto o chimarrão é feito com a erva em água quente — bastante propício para as regiões frias — o tereré é preparado em água fria ou gelada. Isso faz dele uma bebida extremamente refrescante, ideal para o calor.

Outra diferença é que a erva para o chimarrão é moída, enquanto a utilizada no tereré é apenas triturada, o que concede um sabor mais suave. Em sua produção, a erva mate utilizada no preparo do tereré difere do chimarrão por ter de ficar em repouso por volta de oito meses, em local seco, e de ser triturada grossa depois disso.

Tereré na Saúde

Propriedades medicinais e nutritivas

Análises e estudos sobre a erva-mate têm revelado uma composição que identifica diversas propriedades benéficas ao ser humano, pois estão contidos, nas folhas da erva-mate, alcaloides (cafeína, teofilina, teobromina etc.), ácidos fólicos e cafeico (taninos), vitaminas (A, B1, B2, C, e E), sais minerais (alumínio, ferro, fósforo, cálcio, magnésio, manganês e potássio), proteínas (aminoácidos essenciais), glicídeos (frutose, glucose, sacarose etc.), lipídios (óleos essenciais e substâncias ceráceas), além de celulose, dextrina, sacarina e gomas.

Contém também saponina, que é um dos componentes da testosterona, razão pela qual melhora a libido. É considerada ainda um ótimo remédio para a pele e reguladora das funções cardíacas e respiratórias, além de exercer importante papel na regeneração celular. Assim, os pesquisadores concluíram que o mate contém praticamente todas as vitaminas necessárias para sustentar a vida, e que a erva-mate é uma planta indiscutivelmente especial, já que é muito difícil encontrar em qualquer lugar do mundo outra planta que se iguale ao seu valor nutricional.

Características

  • É Digestiva e um moderado diurético
  • Estimulante das atividades físicas e mentais
  • Auxiliar na regeneração celular
  • Elimina a fadiga
  • Contém vitaminas – A, B1, B2, C e E
  • É rica em sais minerais como cálcio, ferro, fósforo, potássio e manganês
  • É um estimulante natural que não tem contraindicações
  • É vasodilatador: atua sobre a circulação, acelerando o ritmo cardíaco
  • Auxiliar no combate ao colesterol ruim (LDL) graças a sua ação antioxidante
  • Por ser estimulante, possui, também, poderes afrodisíacos, graças à vitamina E presente na erva-mate
  • É rica em flavonoides (antioxidantes vegetais) que protegem as células e previnem o envelhecimento precoce, tendo um efeito mais duradouro pela forma especial como se toma o mate
  • Segundo o médico pesquisador Oly Schwingel, é indicado o uso da erva-mate de duas a três vezes ao dia
  • Previne a osteoporose, fortalecendo a estrutura óssea graças ao cálcio e às vitaminas contidas na erva-mate
  • Contribui na estabilidade dos sintomas da gota (excesso de ácido úrico no organismo)
  • É rico em fibras que contribuem para o bom funcionamento do intestino
  • Auxiliar em dietas de emagrecimento
  • Atua beneficamente sobre os nervos e músculos
  • Regulador das funções cardíacas e respiratórias
  • Segundo o Instituto Pasteur da França e a Sociedade Científica de Paris, a erva-mate possui praticamente todas as vitaminas essenciais à manutenção da vida humana

Contra-indicações

O primeiro problema que pode ser observado com o consumo de tereré é em pessoas com anemia. Isso acontece pois a erva-mate causa uma diminuição na absorção de ferro pelo corpo humano.

Depois, podemos citar também justamente a questão do aceleramento do metabolismo pela presença de cafeína e outros compostos. Infelizmente quando há um consumo elevado há aumento da pressão arterial. Dessa forma, a bebida deve ser evitada por aquelas pessoas que têm hipertensão.

Ainda como um efeito colateral da cafeína, há pessoas que chegam a ter insônia quando consomem o tereré depois de um determinado horário da noite. Para evitar esse problema, é interessante não tomar o tereré durante a noite.

Para finalizar, é preciso citar que mulheres grávidas devem evitar o consumo de bebidas com erva-mate. Isso pois a erva possui diversos anti-inflamatórios, e a ingestão destes compostos pode prejudicar a criança, tanto durante a gravidez quanto no nascimento. Por isso, o ideal é evitar ao máximo o o mate gelado e o chimarrão nos 9 meses de gravidez.

Folclore

Dia do Tereré

No último sábado de fevereiro é comemorado o Dia Mundial do Tereré, data criada em 2010 no Paraguai.

Tereré como simbolo oficial

Desde 2011 o tereré é simbolo cultural imaterial do estado de Mato Grosso do Sul.

Tereré na Cultura popular

Um dito popular muito comum, principalmente no extremo sul do estado do Rio Grande do Sul, é “O chimarrão só é bom quando traz quentura ao coração da gente. Tereré não resolve”. Na Revolução de 1930, um popular do Rio de Janeiro ouviu esse dito da boca de gaudérios acampados no Obelisco da Avenida Rio Branco e o passou adiante, chegando este aos ouvidos de um compositor local: dessa forma, fez sucesso, no Carnaval Carioca de 1931, a marchinha “Tereré não resolve”. Em 1938, foi lançado o filme brasileiro de comédia musical “Tereré Não Resolve”, dirigido e roteirizado por Luiz de Barros, inspirado na marchinha de carnaval.

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Fontes: Wikipedia, Mate in Box, Hotel MT

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